quinta-feira, 20 de julho de 2017

Projeto de correr uma maratona






Essa é sobre amizade, projetos, equipes, desafios, esportes, vida e saúde.


Olha o que os meus “amigos” me aprontaram:






Eu amo o Gerenciamento de Projetos. Virei gerente de projetos por um acidente, mas parece que eu nasci para fazer isso. Nessa brincadeira, já estou há 10 anos estudando e trabalhando com isso.


E esse post é gerenciamento de projetos na veia! O desafio de montar uma equipe para vencer o desafio de correr uma maratona! E todas as nuances de uma boa gestão de projetos, como a necessidade de uma comunicação primorosa e que todos da equipe façam a sua parte pelo sucesso do projeto.


Se o meu esforço era encarar o “solzinho” das 10 horas, eu aplaudo os meus colegas que madrugaram e botaram a nossa equipe na pista às 6:30 horas de um domingão nas férias de julho.


Estávamos correndo a Maratona de Revezamento do Pão de Açúcar. São os famosos 42,195 QUILÔMETROS…


Maratona é o nome de uma corrida realizada na distância oficial de 42,195 km, normalmente em ruas e estradas. Única modalidade esportiva que se originou de uma lenda, seu nome foi instituído como uma homenagem à antiga lenda grega do soldado ateniense Fidípides, um mensageiro do exército de Atenas, que teria corrido cerca de 40 km entre o campo de batalha de Maratona até Atenas para anunciar aos cidadãos da cidade a vitória dos exércitos atenienses contra os persas e morreu de exaustão após cumprir a missão.
[Wikipedia]


só que divididos para equipes de 2, 4 ou 8 corredores, como a nossa.


Falando do projeto da prova em si, mais um show de gerenciamento de projetos. A corrida foi extremamente bem organizada em todos os detalhes, até porque a empresa já tem o know how de ter executado esse projeto dezenas e dezenas de vezes.


Não pense que é fácil fechar um bairro inteiro de uma das maiores cidades do país. É uma equipe de projeto gigantesca para fazer tudo funcionar a contento, incluindo alguns guardas de trânsito da prefeitura.





O ambiente da corrida é espetacular. É um astral muito bom com boas energias e boas vibrações. Inspira saúde, paz e alegria. É contagiante. Mesmo que você não corra, se possível, compareça a um local de prova e sinta você mesmo o que eu estou tentando dizer aqui.


Como já falei anteriormente, a corrida de revezamento é uma das maiores demonstrações possíveis de trabalho em equipe. Todos da equipe precisam se doar ao projeto bem como cuidar uns dos outros.






Todo mundo fez o seu papel direitinho, principalmente de estar a postos na hora da largada. Imagina só: você correr meia hora com sol a pino e, no final, não ter para quem passar o bastão?


Os meus amigos temiam muito por mim em relação à questão climática. Afinal, eu tinha escolhido ser o último e entraria na pista lá pelas 10 horas da manhã.


Mas isso era eu. A gente joga futebol no sábado das 10 às 12 da manhã há 10 anos. Acredite: eu estaria muito melhor nesse horário do que acordando de madrugada.


Pra o meu espanto, o meu maior desafio foi… o vento!


Isso mesmo. A corrida foi na praia e em alguns momentos o vento bateu forte e contra! Às vezes, eu tinha a terrível sensação de estar fazendo um tremendo esforço físico e não saindo do “canto”. Sabe quando você nada pra fora e a onda te puxa de volta pra dentro?


No primeiro posto, eu bebi água demais e ganhei aquela famosa dor abdominal, a dor desviada. E esse, sim, foi o meu grande desafio até o final da prova.


Ainda assim, eu corri em 80% do total da prova.


É legal participar de corridas porque todos se motivam. Sempre passa alguém puxando: vamos, vamos, vamos! Não para! Tracem pequenas metas! VAI!


Daí você tenta acompanhar alguém que está correndo próximo e assim as coisas acontecem.


Nessa brincadeira, eu ultrapassei e fui ultrapassado dezenas de vezes.


A gente criou uma pequena competição com a outra equipe aqui da empresa para aumentar a motivação e a diversão da coisa.


Aí meu amigo, quando eu passei o cara deles que estava na pista comigo, foi muito energizante e divertido.






O nosso líder, capitão e gerente de projetos, foi muito inspirado e inspirador correndo em 23 minutos. Teve gente que fez 25, 27, 32… Acabamos ficando com 30 minutos de média por corredor.


Eu tive a honra de cruzar a linha de chegada, fechando o revezamento e todo o esforço coletivo despendido pela equipe.


Cruzei a faixa simbólica imediatamente abaixo das 4 horas de prova e isso foi muito simbólico para nós:


8 amigos se reuniram num domingão e correram uma maratona de 42,195 quilômetros em 3 horas, 59 minutos e 22 segundos:






De brinde, o capitão ainda me deu essas fotos divertidíssimas da minha chegada:












E aqui a foto da equipe campeã, ou de quase toda ela, já que os madrugadores justamente desertaram:






E no meu livro de feitos notáveis agora consta:


Corri uma maratona!


E contarei essa história um dia para os filhos da Isabela.








POST SCRIPTUM BÔNUS ESPECIAL
NIGHT RUN


Eu fiquei devendo o post sobre a Night Run, então vou falar um pouco aqui sobre isso.


O ambiente-balada da Night Run é indescritível. Veja você mesmo:






Foi a primeira e única vez que eu realmente corri junto de um pelotão. Você é uma sardinha ali no meio de 500 corredores. Chega um momento em que a cidade silencia e você passa a ouvir claramente o barulho dos tênis roçando no asfalto. São mil tênis cantando em uníssono, como em uma marcha militar. De repente, você está sendo levando pelo barulho e pelo movimento ritmado e nem percebe mais que está correndo. É indescritível! Uma sensação única.


E foi assim que eu consegui correr por 4,5 quilômetros sem parar!


Pra fechar o post mais corrido do blog, essa foi a outra corrida/experiência louca que eu participei:




Se tiver a oportunidade de correr, corra. Se tiver a oportunidade de participar de uma prova oficial, aproveite!



Bora viver porque morrer é de graça!


Desejo esportes, vida longa e muita saúde a todos!


Ei, psiu, se liga…
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quarta-feira, 12 de julho de 2017

Brincando de secar e de encher açudes





O post de hoje é sobre uma notícia que várias pessoas diferentes compartilharam comigo há poucos meses:




Ei, se você não leu a notícia, não vai entender a continuação do post…


Começamos pelo título sensacionalista, especialidade máxima da imprensa brasileira: o famoso e maldito título caça-cliques!


E foi em tom de revolta que alguns compartilharam comigo: “poxa, uma seca dessas no Ceará, e esses irresponsáveis deixam o açude secar de uma vez”.


Mas, lendo a notícia (e eu espero que você tenha lido), dá para perceber que foi um show de gerenciamento de projetos, digno de um post aqui no blog. O uso primoroso da ciência e da tecnologia para resolver um problema prático da população.


Foi tudo muito bem calculado, planejado e controlado. Que orgulho dessa equipe de projeto!


É viável secarmos o açude? Para onde essa água toda vai escorrer? Vai gerar problemas lá na frente? Vai resolver o problema em questão? Vai melhorar a qualidade da água? Haverá água nova? Vamos conseguir encher o açude novamente?


Para executar com sucesso qualquer projeto é preciso ter fé. E aqui eu não falo da fé no sentido místico, não. Eu falo no sentido de acreditar no projeto, de acreditar no plano traçado. Vai dar certo! Aquela confiança que pregamos em “fazendo um projeto dar certo”.






Lá no livro Fazendo um projeto dar certo, abordamos esse tema bem de perto no sétimo problema analisado: A equipe está (é) pessimista e não acredita no projeto.. Lá, discutimos como detectar se a equipe ou parte dela está desacreditada sobre o sucesso do projeto e várias soluções para reverter isso.





http://fazendoumprojetodarcerto.com.br/



Segundo a última medição disponível no site do governo, o açude já armazenava mais de 50% da sua capacidade em abril.





Mas a realidade é que ele já sangrou três vezes e realmente foi um projeto espetacular!








Até o próximo post. Um abraço.


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quarta-feira, 5 de julho de 2017

Projeto da Fila do Trenzinho da Beira-mar





Eu sempre me desafio a fazer posts loucos e inesperados. É uma forma de não deixar os blogs virarem uma rotina entediante e também é a nossa marca de diferenciação. E, assim, chegamos a 229 posts publicados. Ufa!


E o meu desafio nesse blog é levar o gerenciamento de projetos pra dentro da vida real.


Hoje, nós vamos utilizar o gerenciamento de projetos para organizar uma fila no meio da rua. Vamos ver se isso vai dar certo?






O trenzinho “dos personagens” é uma atração aqui da Beira-mar de Fortaleza. Basicamente, é uma composição puxada por um “jipe” e dois “vagões” de passageiros, com capacidade para 50 passageiros, música alta e vários atores fantasiados de personagens famosos do cinema, dos desenhos e dos quadrinhos.


A viagem é bem animada e dura aproximadamente vinte minutos dando uma volta por boa parte da orla da capital cearense.


Os personagens vão a viagem inteira fazendo mungangos, brincadeiras, acrobacias, escaladas, “macacadas” e traquinagens.


A minha filha Isabela acha que não passeou na Beira-mar se não der uma volta no trenzinho. E aí, não basta ser pai…










Ocorre que, na alta estação, o bicho pega.


Chegamos lá em dezembro e havia umas mil pessoas aglomeradas na região de onde partem os trenzinhos. Mesmo com duas empresas, cada uma com dois trenzinhos, não estava fácil suprir a demanda. É óbvio que eu já queria desistir, mas sabe como é, né?






Então, não basta ser pai e vamos enfrentar a fila.


Ficamos lá nessa fila por mais de 40 minutos esperando a nossa vez e foi daí que eu tirei esse post.


A fila estava muito bem organizada. Mesmo sendo uma fila na rua e uma espera longa, todo mundo colaborava, respeitando a fila e aguardando a sua vez.


Quando o trenzinho chegava para uma nova volta, notei uma coisa genial. Uma senhora vinha na fila, contando alto e, quando chegava no cinquenta, ela mesma furava a fila e tomava essa posição.


Fiquei só vendo o muído…


Daí a fila começou andar e, quando chegou nela, era exatamente a hora de parar.


Eu só pensei comigo mesmo: #pqp.


Ali era o ponto de corte da lotação do trem. Com essa medida supersimples, ela conseguia manter a organização e a disciplina da fila. Coisa de mestre!


A equipe toda trabalhava em perfeita sincronia para um embarque rápido e seguro. E, assim, o trem partia para a sua próxima viagem e tudo recomeçava.


Depois de alguns ciclos, foi a nossa vez de passear. O passeio foi bom e, na volta, eu não resisti, fui falar com ela e ganhei uma aula de gestão de pessoas (e um post para o blog):


Olha, eu estou impressionado com a organização dessa fila.
Ah, meu filho!, que bom que você gostou. Estamos aqui já há 32 anos fazendo isso.
Pois é. Uma fila dessas, no meio da rua, sem cordas, sem grades, e todos se comportaram e respeitaram o tempo todo!
É. Eu já trabalhei com cordas aqui, mas resolvi tirar. Você tem que tratar as pessoas como gente. Se você tratá-las como bichos, elas se comportarão como bichos. Mas, se você tratá-las como gente, elas se comportarão como gente.


Outro ponto a destacar é o tamanho da equipe do trenzinho. É uma equipe muuuuito grande, suficientemente grande para executar o projeto com perfeição. Só personagens do homem-aranha, deve haver uns 4 para cada trem. Tem até um homem-aranha preto que eu nem mesmo conhecia.






Tem agenciadores, vendedores, motoristas, seguranças, organizadores, dezenas e dezenas de personagens e, claro, a minha amiga gerenciando tudo isso.


No primeiro capítulo do livro Fazendo um projeto dar certo, trazemos várias e várias dicas sobre o adequado dimensionamento da equipe. Sempre no padrão do livro: como saber se a equipe está bem dimensionada ou não para o projeto e como resolver o problema detectado.




http://fazendoumprojetodarcerto.com.br/



Em tempo, a minha filha “morre” de medo dos personagens mascarados. Mas eu também já tive 4 anos e entendo bem o que se passa na cabecinha dela nessa hora.






Até a próxima viagem. Até o próximo post.


Piuí piuí…


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sábado, 1 de julho de 2017

100000 (O post do meu 32º ano)






[Tá com Dólar, Tá com Deus – Francisco El Hombre]



Muita gente me elogia porque eu sou uma pessoa muito transparente.


Muita gente me critica porque eu sou uma pessoa muito transparente.


E aí? Dá um bug na Matrix? Claro que não, né!? Fodam-se todos e eu vou ser o que eu acredito.


Esse tem sido um dos posts de mais sucesso do blog e eu resolvi refazê-lo. É uma crônica que eu faço no meu aniversário falando sobre as minhas transformações nos últimos 12 meses de vida. É o post mais transparente de todos. Uma espécie de biografia “não autorizada”. Pelo menos a parte publicável hehe







O meu 32º ano foi marcado por algumas mulheres, músicas e acidentes. E assim, farei o post.


Um ano em que o Brasil afundou até o pré-sal com uma gestão temerária e a exposição nojenta de todas as vísceras de um sistema corrupto.


No meu último aniversário, eu estava marcando uma cirurgia no quadril.


Graças a Deus, encontrei a Dra. Mariana, a “minha malvada favorita”, e ela me salvou. Contei tudo nesse superpost:




De volta aos esportes e à vida!


Eu esperei 4 meses para conversar 20 minutos com a Dra. Camila. Mas valeu a pena! As superdicas dela me ajudaram a perder 8 kg em 100 dias. Tô devendo esse post. Viu, Karol!


Agora, pertenço à raça dos superhumanos que tomam café sem açúcar hehe


Aí veio o acidente da Chapecoense e eu mergulhei abaixo do pré-sal num dos meus posts mais profundos:




Foi quando eu levei um cagaço histórico da Dra. Lea


Beleza, aconteceu o acidente, foi muito triste, muito trágico. A gente tem empatia, sente e se sensibiliza. E ponto. Só isso. Você não tem nada a ver com esse acidente. Não era o seu time nem ninguém da sua família. Aprenda a separar os problemas dos outros dos seus.



[Sem Odiar Ninguém – Marcos Pagu]


E assim eu já estava mudando bastante quando recebi 2017.


De cara, duas grandes novidades.


Lancei o meu terceiro livro: o romance erótico O Excremento da Flor do Desejo Pela Coisa.


E até hoje eu me pergunto quem realmente escreveu esse livro:







Atendendo a pedidos de amigos e até do meu pai, saí do submundo onde eu estava e abri a minha conta no Facebook. E essa talvez tenha sido a mudança mais drástica na minha vida nesse 32º ano.


Eu não entrei no Facebook de brincadeira. Eu abri a conta com objetivos bem definidos:
  • Fazer novos amigos – conhecer pessoas
  • Conhecer lugares
  • Divulgar o meu trabalho como escritor e poeta
  • Explodir os blogs


Eu entrei no Facebook de brincadeira. A gente tem zoado bastante principalmente com os posts “Ê Facebook”.


Se quiser ser meu amigo, tá aqui o link ó:




O Facebook tem me proporcionado um reencontro muito intenso com o meu passado.


Eu fiz um post sobre uma chuteira velha e fiquei embasbacado com as reações. Comentários do tipo: “você jogava muito”; “você era craque demais”; “você perdia muitos gols”; “vários desses gols foram com passes meus”; “lembra quando a gente jogava bola na pracinha da Igreja?”.






Reencontrei muita gente que gosta de mim e que estava perdida por aí. Amizades perdidas há 10, 20 anos… Tem gente me chamando de “Tatá” no Facebook, você acredita? E, assim, comecei a desenterrar o meu passado. Como eu falei antes: “ir buscar no passado forças para enfrentar o futuro”.



Tenho recebido um carinho imenso no Facebook. Muito obrigado.






[O Que Eu Era – Mar Aberto]



E agora em junho os blogs realmente explodiram. Confesso que tive dificuldades até de acompanhar o “muído”. Mas isso não é uma reclamação. Muito pelo contrário: fico muito feliz que finalmente os blogs estão acontecendo e a massa está interagindo comigo. Sem contar, as dezenas de novos amigos que estão chegando. Todos muito bem-vindos.


Tenho conhecido muitas músicas e pessoas incríveis.






Até mesmo analisando alguns usuários bem peculiares, aprendi a forma mais “confortável” de participar dessa rede social.


E uma coisa que muito me espanta no Facebook: tem uma galera que lê e curte os meus conteúdos, mas nunca aperta o botão curtir. Daí, eu acabo recebendo muito feedback por fora da ferramenta. É uma doideira!






Nesse meio tempo, eu fiz o meu post mais lido de todos e que já passa das 7 mil visualizações. Praticamente, Várzea Alegre “inteira” viajou nesse post:




Também tive a imensa felicidade de homenagear o Belchior um mês antes da sua morte, no que foi um dos últimos tributos enquanto ele ainda estava vivo:




Nesse 32º ano também desenvolvi o projeto da “Playlist do Whatsapp”. Basicamente, selecionei alguns amigos para enviar conteúdo para eles de forma organizada e, claro, divulgando os blogs também. Foram alguns meses executando esse projeto e acabei me aproximando bastante dessas pessoas.


Também foi um ano de muita festa e cultura: Zé Lezim; Engenheiros do Hawaii; Nando Reis na praia… No Rio de Janeiro, então: festa de hip hop; Sandra de Sá; festa latina com salsa; e uma apresentação indescritível e de tirar fôlego do Yamandu Costa tocando a um metro de mim.



[Yamandu Costa e banda]


Até cantei com o Moska:


[A Seta e o Alvo – Paulinho Moska]


O outro grande acidente do ano foi com o meu irmão. (Nesse a psicóloga não poderia me criticar hehe)


Acordamos no domingo atordoados com a notícia de um grave acidente.


E foi através do Facebook e da jornalista Mayrla Marques que nós vimos as notícias tranquilizadoras de que todos estavam bem. Um alívio.


Nesse grande drama, ainda “recebi” a poesia Bixagênia em homenagem à minha irmã, Eugênia Maria.






Do imenso carinho recebido dos amigos, surgiu a:






Virou um mantra. A minha nova filosofia de vida. Lamentar menos, lamber as feridas, levantar e:






Foi mais um ano maravilhoso acompanhando o crescimento da Isabela:







Mais um ano gratificante com a Alânia Tavares, com muita conversa, paciência e amor.


Também estive com a Dona Tânia Gregório. E acho incrível como ela me conhece. Eu mando a metade da frase, e ela já completa o meu raciocínio e já me devolve um cagaço: “Não faça isso. É perigoso. Não vá por aí”.







Outra mudança importante foi que abandonei de vez a TV. Atualmente, televisão para mim só serve para assistir aos jogos do Corinthians.


Também foi o ano que eu virei “oficialmente” um corredor de rua. Já fiz corrida noturna, tô indo para a minha primeira maratona e narrei uma das maiores experiências da minha vida nesse post aqui:




A mudança dos 29 para os 30 anos me trouxe muita expectativa, mas acabou sendo uma mudança meramente matemática.


Agora, não. Agora, é diferente. O ano 32 realmente foi transformador e libertador para mim.






Finalmente, eu sinto que atingi a minha maturidade pessoal nas mais diversas áreas da vida. Eu simplesmente pego a bola e vou pra dentro do gol. Com a mesma intensidade física de 10 anos atrás, mas com uma autoconfiança que eu nunca havia experimentado antes.



[Os Oim do Meu Amor - Cordel do Fogo Encantado]


Hoje, tem gente me mandando sair do Facebook. E, assim, voltamos ao começo do post. Ô povo indeciso!






Um abraço.


Ei, psiu, se liga…
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