domingo, 18 de novembro de 2018

Jogo dos Pobres (ou dos Recicladores)




Se você quer brincar, hoje eu venho compartilhando o Jogo dos Pobres.


Ou Jogo dos Recicladores pra ficar mais politicamente correto… Haha


Então, vamos lá! Que comecem os jogos!


  • Se você transforma a toalha velha em pano de chão, marque 3 pontos;
  • Se você transforma a embalagem do extrato de tomate em copo, some 3 pontos à sua pontuação;
    • Atenção: se o copo for de time de futebol, você leva pontuação dobrada nesse quesito! :P
  • Se você transforma a embalagem de margarina em “tapaué”, tome mais 3 pontos;
  • Se você transforma a embalagem de refrigerante em jarra d’água, adicione mais 3 pontos;
  • Se você transforma a embalagem de sorvete em pote de feijão, já vai ganhando mais 5 pontos;
  • Se você transforma a embalagem do mercado (é, ela mesma, a sacola) em saco de lixo, são mais 5 pontos direto;
  • Se você come frango e/ou ovo mais de 6 vezes por semana, ganhou mais 5 pontos;
  • Se você faz compras à prestação, some 7 pontos de uma vez só;
  • Se você cobra as “tapaué” emprestadas, lá se vão mais 7 pontos pra você;
    • Atenção: se a “tapaué” não for original, você leva pontuação dobrada nesse quesito! :P
  • Se você fila Wi-Fi nos comércios, faça o download de mais 7 pontos; haha
  • Se você trabalha por necessidade, na sua renda virão mais 10 pontos!


E aí, macho!? Somou tudo direitinho?


  • Se você errou a soma, ganhou mais 30 pontos nesse momento!


Então bora lá pros resultados:


  • Se você fez mais de 10 pontos: PARABÉNS! Você ganhou o jogo!
  • Se você fez mais de 30 pontos, ser pobre, digo, reciclador, está impregnado no seu DNA;
  • Se você fez mais de 60 pontos, os seus amigos vão fazer uma vaquinha pra te ajudar e, nesse momento, você dobra a sua pontuação.


Valeu!


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quarta-feira, 15 de agosto de 2018

De onde você está comentando?






Num dos primeiros posts desse blog, eu contei como os meus livros estavam me levando a viajar pelo mundo, de uma forma bem inusitada:




E eu já tô enrolando há 2 meses, mas eu ainda vou contar aqui em um post como eu fiz 2018 faceamigos.


Enquanto isso, surgiu esse post aqui que resultará então nessa trilogia inusitada e ainda incompleta.




De onde você está comentando?


Assistindo a um dos youtubers que acompanho, em algum momento do vídeo ele falou: comente aqui de onde você é, de onde você está falando comigo…


Daí, eu pensei: rapaz, e se eu testasse isso com os meus amigos? Bingo!


De onde você é?” e “onde você mora?” são informações que o próprio Facebook já traz com um alto grau de assertividade. Não era isso o que eu queria. Eu queria uma coisa mais dinâmica mesmo, tipo: “onde você está agora?”, “de onde você está falando comigo?”.


Antes de escrever o post, eu tive um novo insigth: “melhor fazer em vídeo pra ter mais apelo”!


E assim fiz:





Paulo DE Tarso Gregorio Pereira está aos vivos…


Fala galera, beleza? Se você quiser interagir comigo hoje, a brincadeira é bem simples, hein!? É só você comentar aqui embaixo do vídeo de qual cidade você está comentando.


VA-LEN-DO!”


E o plano foi infalível!


Conhecendo o algoritmo de divulgação do Facebook: mais divulgação para posts com mais reações, era bem provável que, com mais pessoas comentando, mais pessoas veriam o vídeo, mais pessoas comentando… gerando um ciclo virtuoso e garantindo o sucesso da brincadeira.


Nisso, o vídeo bateu 1100 visualizações, se tornando o meu segundo vídeo mais visto no Facebook. Isso equivale a quase metade dos meus faceamigos.


E 8 dias depois, ainda tinha gente participando da brincadeira.


O momento também foi oportuno, pois coincidiu com a chegada de muitos novos faceamigos bastante participativos.


Algumas pessoas simplesmente estavam me vendo em vídeo (“aos vivos”) pela primeira vez.


O experimento foi muito bem sucedido. Eu recebi 111 respostas de 4 países e de 44 cidades diferentes, incluindo 1 resposta no YouTube.







Isso me deu uma ideia muito louca de produzir esse post aqui: fazer um mapa de calor registrando cada uma dessas interações, inspirado no post que eu citei lá no início.


O mapa de calor (heat map) é muito usado para mostrar as áreas mais buscadas pelo usuário de um site. Outro exemplo clássico é para mostrar onde um jogador ou uma equipe mais estiveram posicionados no campo ao longo de uma partida de futebol.






E foi o meu brother Eduardo Augusto Ferreira quem me explicou que o que eu estava tentando fazer era um heat map (mapa de calor) e já me mandou umas planilhas de Excel.


Eu fiz algumas adaptações na planilha e chegamos ao seguinte resultado:


De onde você está comentando?







Essa é uma visão agrupada por Estados, correspondente aos seguintes dados consolidados:
  • 65 interações: Ceará
  • 13 interações: São Paulo
  • 5 interações: Pernambuco
  • 4 interações: Paraíba e Rio de Janeiro
  • 2 interações: Brasília, Mato Grosso e Minas Gerais
  • 1 interação: Alagoas, Bahia, Espírito Santo, Maranhão, Pará, Rio Grande do Norte e Roraima
Obviamente, os demais Estados não participaram.


Quanto mais laranja no mapa, mais interações vieram daquele Estado.


E aí, show de bola, hein? Você se encontrou no mapa?


Mas eu ainda não estava satisfeito…


Não gostei muito da gradação de cores. É bem difícil distinguir os Estados pelas interações porque as cores são muito parecidas. O agrupamento de cidades em Estados desvirtuou um pouco a brincadeira e os meus amigos do exterior ficaram, literalmente, de fora.


Na minha mente, eu tinha algo bem mais artístico e mais individualizado, tipo isso:







Let’s Corel!


Fui ao Corel Draw tentar desenhar o que estava na minha mente:


De onde você está comentando?







Cada cidade com 1 interação foi representada por uma bolinha azul clara. As cidades que tiveram de 2 a 5 interações, mereceram uma bolinha azul escura. As cidades com mais do que 5 interações, mereceram bolinhas azuis escuras, respectivamente maiores. Por fim, cada interação do exterior, mereceu uma bolinha com a bandeira do respectivo país.


As bolinhas estão em toda parte: interior, litoral, ilhas e até mesmo fora do Brasil.


Naturalmente, recebi mais interações de onde estou (Fortaleza) e de onde sou (Várzea Alegre).


(E dá-lhe verbo to be haha)


(Esse parêntese anterior não tinha nada a ver com o post. Nem esse haha)


E aí, curtiu? Dê um zoom na imagem e tente se encontrar, beleza?


Aqui uma visão resumida ao Ceará:






Naturalmente, alguém pode criticar: mas como pode um mapa de calor com cores tão frias? Concordo com a crítica, mas optei por essa escala de cores inspirado no post que citei lá no início e porque achei que daria um resultado artístico melhor.


Quem não participou da brincadeira, dentre outros motivos, pode ter sido por:
  • Desconhecimento – não viu o post;
  • Timidez – tem gente que não interage mesmo;
  • Segurança - “eu lá vou publicar onde estou!”;
  • Proximidade – eu ouvi coisas como: “vou deixar para os seus amigos remotos” ou “eu estou te vendo agora, por que preciso responder?”.


E muita gente tirou onda:
  • Inventando lugares fictícios;
  • Respondendo em trânsito (que era bem o espírito da brincadeira mesmo: “onde você está agora?”);
  • Respondendo duas vezes!
  • Respondendo com muita precisão: sítio, bairro…
  • Respondendo com o “apelido carinhoso” da sua cidade.


Enfim, eu me diverti demais com essa brincadeira toda. Me fez sentir bastante vivo e conectado.


Eu tenho por princípio responder individualmente a todos que interagem comigo. Dessa vez então, era mais do que obrigatório. E tentei, na medida do possível, dar respostas personalizadas a todos.


Espero que vocês tenham gostado do post. Continuemos interagindo, beleza?


Comente aqui: de onde você está comentando? Haha


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quarta-feira, 8 de agosto de 2018

Como reagiram à bursite trocantérica?







Com mais de 2 meses de atraso, vamos comemorar o primeiro aniversário do post mais queridinho dentre os mais de 300 que eu já publiquei. Mesmo que as pessoas hesitem muito em comentar os posts, esse é o meu post com mais comentários da audiência. E, com mais de mil visualizações, é o segundo post mais lido do blog Fazendo um Projeto dar Certo e toda semana aparece entre os campeões de audiência:








Quanto vale escrever uma história que toca as pessoas? Com a qual elas se conectam?


Uma narrativa dramática contando o meu próprio drama e expondo algumas feridas da medicina. Na parte lúdica, a elogiada “técnica de escritor” de linkar a história no seriado Game Of Thrones para manter o público conectado no texto.


O meu Facebook bombou, assim como o das fisioterapeutas. Recebi muitas mensagens de carinho e agradecimento pela história. No blog, não foi diferente.


E foi assim que eu decidi fazer esse post comemorativo: simplesmente vou republicar os comentários deixados lá no blog. Optei por não publicar aqui os nomes dos comentaristas bem como as respostas que eu deixei.



 COMENTÁRIO 01


Eu claramente deveria ter lido esse post antes de ter cursado ortopedia na facu. Rs. Muito bom o texto!




COMENTÁRIO 02


Olá, adorei seu texto! Moral da história, seu problema era bursite trocantérica? E foi resolvido por osteopatia e fisioterapia? Não aguento mais as dores, e o pior repouso e a distância da academia. Obrigada, A.




COMENTÁRIO 03


Cara, show de bola!!
Tenho bursite no quadril e fico correndo de um lado ao outro como vc fez, é realmente um saco vc esperar algo de alguns profissionais, espero me recuperar como vc , parabens!




COMENTÁRIO 04


Paulo... gostei muito do seu depoimento... já pesquisei muito sobre bursite trocantérica pois estou sofrendo com dores insuportáveis. Pode me descrever como eram suas dores??? As minhas dores estão variando ... tudo começou com uma dor no cóccix. Trabalho com TI e passo muito tempo sentado... 1 hora sentado e já começava a queimar, porém é uma dor suportável, o problema é o outro dia (sabe aquelas dores musculares quadril quando vc joga futebol mas estava há muito tempo parado?) Ruim demais. Agora está queimando as coxas... como se fossem dores musculares.... as vezes doi como dor de nervo ciático.


Vc pode me enviar um Whatsapp? Preciso da sua ajuda e experiência... 11 99120.XXXX


Abraço




COMENTÁRIO 05


Paulo!
Em resumo… emocionada!
Fui diagnosticada há um mês e qualquer posição dói! Já estou no segundo ciclo de 10 sessões de fisioterapia, mas é aquilo que vc comentou: plano de saúde paga pouco, profissional insatisfeito, cansado de tanto atender, má vontade ou despreparo dos médicos… enfim. Mas estou perseverante e determinada como você. Afinal, é minha saúde em jogo e tenho um guri de 10 anos para criar.
Sucesso pra ti!




COMENTÁRIO 06


Tenho 24 anos, e depois de orientações não muito boas, a minha bursite se tornou crônica e estou assustada com isso, sempre fui uma pessoa ativa. Comecei agora a quiropraxia após uma consulta com uma osteopata. 1 semana se passou e sem resultados… O seu post me deu esperanças… Obrigada pelo depoimento.




COMENTÁRIO 07


Oi Paulo! Também estou sofrendo com as dores da bursite trocantérica. Será que você poderia me arranjar o telefone dessa milagrosa fisioterapeuta manual, por favor?




COMENTÁRIO 08


Meu Deus, foi um anjo que me fez ir para o Google e procurar por ajuda. fiz de tudo, me encontrei na tua história, pois também já recorri a tudo. Só não fiz a cirurgia. Fiz abdominoplastia e lipoaspiração no abdômen. Passados 4 meses, mudei hábitos alimentares e emagreci 8 quilos desde a operação. Chegando a um peso praticamente bom para minha a minha altura e idade. A dor no quadril não passa nunca. E pra ajudar estou com o lado direito inchado. Olhando meu quadril no espelho percebi a diferença de tamanho. E a FDP da BURSITE TROCANTÉRICA!!!
OBRIGADA PELA TUA ALMA SOLIDÁRIA EM POSTAR ESSA EXPERIÊNCIA DOLOROSA.
Que DEUS te proteja e ilumine!!
Vou seguir tuas dicas preciosas.
Um grande abraço!!!




Mais uma chance para você ler esse superpost haha:






POST SCRIPTUM


Graças a Deus, sigo com muita saúde física!


Precisei dar uma folga nos rachas após o nascimento da minha segunda filha, mas, ainda assim, já fiz 108 gols esse ano, superando em 8 a meta que eu havia me dado!














Muita saúde a todos e até a próxima!


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