quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Apaguei todos os meus arquivos. E agora, José?







Lá no trabalho, o meu computador ficou sem garantia e eu ganhei um computador novo para trabalhar.







Como boa prática, resolvi fazer uma limpeza nos meus arquivos para minimizar a quantidade de “lixo” que eu levaria para o computador novo. O velho 5S, saca?


Quando cheguei na pasta com todas as temporadas do Game Of Thrones não tive dúvidas: eu não preciso levar 60 Gigabytes de Game Of Thrones para o PC novo!


(Esses arquivos estavam no computador somente como backup uma vez que eu não conseguia trazer para casa todos de uma só vez em um pen drive.)


Daí, o Windows me avisou:


Olha, é muita coisa e não vai caber na lixeira. Posso apagar direto?


E eu nem hesitei:


Arrocha!


Quando a janelinha sumiu, eu procurei a minha pasta para continuar a limpeza e não a encontrei mais. Por um engano, em vez de apagar a pasta do Game Of Thrones, eu havia apagado a minha pasta raiz, com todos os meus documentos!


Procurei a pasta e pensei:


Caralho, eu apaguei tudo. Que merda eu fiz!








A primeira providência prática que eu tomei foi falar:


PUTA QUE PARIU!


Até pra ver se alguém ouvia e vinha me ajudar.


Com um frio na espinha, liguei para dois colegas, mas não consegui contato.


Daí, finalmente, eu fiz alguma coisa racional. Pedi ajuda ao Google.


Achei o tutorial abaixo:




E esse é o software genial:









Consegui recuperar tudo! Até coisas que realmente eu iria apagar depois. E, claro, não recuperei o Game Of Thrones.


A dica é ir recuperando os arquivos copiando-os para outra mídia física. Tecnicamente falando, quando você apaga um arquivo, ele ainda continua armazenado fisicamente. Ele fica lá quietinho e escondido. Até o dia em que o sistema operacional precise daquele espaço físico para gravar alguma coisa nova. Por isso, quando você também apagar algum arquivo acidentalmente, é muito importante que você não mexa no sistema de arquivos, ou seja, não crie, copie ou renomeie nenhum arquivo para evitar o risco de sobrescrever o arquivo que você deseja recuperar.


Agora eu já posso falar “ufa!” e até pude fazer esse post aqui no blog contando essa aventura.






Até a próxima!


Ei, psiu, se liga…
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