domingo, 1 de julho de 2018

100001 (O post do meu 33º ano)





Pra quem não tem um ano inteiro para ler o post, o resumo do post e do meu 33º ano: passei o ano inteiro esperando para conhecer uma pessoa.


Depois de um ano esperando e de um ano tentando, ficamos grávidos em agosto.


Obviamente, a confirmação só veio em outubro. E parecia estar tudo sob controle.


Mais uma gravidez extremamente abençoada, sadia, tranquila e bem sucedida. Graças a Deus. Conseguimos segurar bem a ansiedade, afinal já não éramos marinheiros de primeira viagem.


Mas em março, com o barrigão “estourando”, a ansiedade apertou. E foi daí que surgiu essa poesia:


UMA SÓ NÃO ME REALIZA

Uma só não me realiza
De mais que uma se precisa
O sorriso da primeira Isa
Traz a paz e materializa
Relaxa, apaixona e conscientiza
É mais lindo que a Monalisa
E por que não uma segunda Isa?
Logo a mamãe improvisa
Pras duas o amor em divisa
Uma nova face imprecisa
Será encaracolada ou lisa?
Será uma pessoa indecisa?
Será amiga da Bela Isa?
A família espera e a Dora Isa?
Um maior núcleo se estabiliza
Papai, mamãe e a dupla Isa
Família, rede, laço e baliza
Uma nova vida se concretiza
É felicidade que se batiza?
Anunciada por pitonisa
É ela quem grita alto e avisa
Que venha a nova pequena Isa
Pois uma só não me realiza.





(Por ironia do destino, a faca entrou antes no meu bucho. É que eu precisei fazer uma cirurgia para reparar uma hérnia umbilical. Segue o jogo!)


E ela chegou um dia antes do aniversário da mãe:










Mesmo com toda a experiência da Isabela e com todo o planejamento que fizemos, a chegada da Isadora mudou completamente as nossas vidas. E eu falo desde as coisas mais básicas como dormir, sair, comer ou tomar banho:







Eu sempre estava cuidando de uma das três e, mesmo assim, sempre via uma delas chorando e precisando de mim. Eu me sentia mais ou menos assim:






Cada vez mais apaixonado por música, fiz um reencontro intenso com o meu passado quando comecei a me reconectar com a Dance Music. E ainda antes da metade de 2018, já encontrei uma forte candidata a minha música favorita do ano:







Eu adaptei a tradução dessa música para “Como eu desejava que você conhecesse” e isso é exatamente o tema central desse post.


No meu 33º ano de vida, corri a minha primeira maratona, me reencontrei com Jeri, fiz uma viagem de férias muito divertida pelo Ceará, e fiz uma lendária viagem a Sampa, para me encontrar pela primeira vez com o “Oasis” e para o meu primeiro jogo do Corinthians na monumental Arena Corinthians:




Também rolou uma festinha linda para os 5 anos da mais bela Isabela:






Nos nossos blogs Fazendo um Projeto dar Certo e Bora Ouvir Uma, publicamos 70 posts inéditos nesse período, mantendo um ritmo muito legal de quarta-feira, quinta-feira, quarta-feira, quinta-feira… Publicando sobre os mais variados temas e ritmos e interagindo com gente de todos os lugares. Foi também quando nós comemoramos a marca de 150 mil visualizações nos blogs.






No Facebook, rompi a marca de 2018 faceamigos e pretendo escrever um post específico sobre isso. Muita diversão, zoeira e aprendizado em conexão com gente de todos os lugares.






No Youtube, publiquei inacreditáveis 105 vídeos, dos mais variados tipos, sendo que, em quase metade deles, eu estava na frente da câmera.


É rapaz, eu me dei esse desafio:






E assim fiz! Perdi a timidez e fui para a frente da câmera, brincar comigo mesmo, experimentar novos limites e o processo audiovisual.






Hoje, o nosso canal do Youtube já tem mais de 200 assinantes. E, sem dúvidas, foram os vídeos que me conectaram com tanta gente no Facebook: “Paulo DE Tarso Gregorio Pereira está aos vivos…”.


Nos últimos 12 meses, o nosso canal no YouTube teve:
  • 159 novos inscritos;
  • 51 mil visualizações em vídeos;
  • Quase 1300 horas de conteúdo visualizado!


Vídeos de muito sucesso foram os do Carnaval e os da campanha “Brasil que eu quero”. Esses últimos renderão um post aqui no futuro.


Se inscreva você também pra gente interagir bastante:




Mesmo falido e desacreditado, o Corinthians se tornou o maior Campeão Brasileiro (sem fax) da história e ainda deu tempo para um improvabilíssimo Campeonato Paulista dentro do estádio do Palmeiras.






Profissionalmente, eu tive que voltar 10 anos no tempo. Voltei a programar depois de quase uma década na gestão. Um desafio imenso. Mais um desafio vencido. E pude reviver o prazer de programar computadores. Embora, eu ainda faça uns bicos na gestão quando os chefes precisam “passear”.






E não tem muito a ver, mas tem, porque foi assim que eu fui parar no jornal e fiquei muito famoso:








O fato é que a Isadora “bagunçou” todas as minhas metas para 2018.


A meta de 100 gols (em 2018) já estava bem ali depois que eu cheguei no gol 91 ainda em maio…






Mas agora eu estou fora do futebol, da academia e das corridas. Tô chamando de licença-paternidade haha. Quando eu ou a minha esposa temos um minuto livre, só queremos mesmo é dormir e nada mais.


E assim pararam também as minhas páginas do Facebook e os blogs. Junto com o estudo de Inglês e com a tentativa de tocar algum instrumento musical.


As metas financeiras também foram afetadas. É impossível planejar com boa exatidão quanto vai custar a chegada de um novo filho.






O passado foi muito bom.
O presente é mais do que excelente.
E o futuro será ótimo!


Afinal, é pra isso que vivemos, lutamos, acordamos todos os dias e acreditamos. Fé, otimismo e autoconfiança que o melhor ainda virá!






Como tenho dito diariamente aos meus faceamigos aniversariantes: Feliz Ano Novo!


E hoje o Feliz Ano Novo é pra mim.






Exatamente após viver o melhor ano da minha vida, a certeza de que pela frente ainda vem muita coisa boa!






Vamos embora com um forrozão inacreditável que conheci há pouco:


"Aqui estou eu, novinho em folha”







Muito obrigado por tudo.
Um grande abraço e até a próxima.



Ei, psiu, se liga…
Dá para ficar sabendo das novidades do blog pelas redes sociais. Sigam-me os bons!


        

Conheça a minha obra completa em:

quarta-feira, 9 de maio de 2018

Projeto das Pulseiras de LED no Show do Coldplay






E aí? Post de música é aqui ou no blog Bora Ouvir Uma?


Como esse blog está mais “precisado”, vamos fazer o post focando no projeto. Afinal, eu sempre estou em busca de projetos geniais para enriquecer o blog.


Qual a importância da luz para a festa? Total!


É o escurinho quem cria o clima mais intimista. As luzes vermelhas dão o romantismo. O strobo faz a rave ficar muito louca. E o globo foi o pioneiro de tudo para as baladas.


Por isso os shows são à noite. Mesmo os shows à tarde, são marcados para o fim desta, de modo a entrar noite adentro com luzes e tudo.


Um dos lemas da filosofia do Coldplay é “fazer o público participar do show”. E os caras levam isso muito a sério.


Eles estão se destacando como uma das bandas mais tecnológicas de todos os tempos. Eles até têm umas músicas boas, mas estão apostando alto no espetáculo pop. Afinal, “o papa é pop e o pop não poupa ninguém”. Esses caras tão fazendo o Michael Jackson se revirar na catacumba.


E a ideia que eu vou tentar descrever aqui nem é necessariamente nova. Eles começaram com essa doideira em 2011, inspirados no ambiente mágico do festival de Glastonbury, na Inglaterra, onde o público desenvolve uma interação única com os artistas.


E, como eles querem que os fãs participem do show, a ideia original partiu justamente de? Adivinha só? Hein? De um fã! Isso mesmo. E a banda comprou a ideia e patrocinou esse projeto fodástico.


Na cancela do evento, cada espectador recebe uma pulseirinha “vagabunda” pra botar no braço. (Óbvio que é no braço e essa foi a parte pleonástica do post!)


Só que a pulseirinha é ultrahightech, meu chapa. Possui LEDs coloridos e comunicadores por radiofrequência.


Eles batizaram a bugiganga de Xyloband. É uma pulseira que emite luz. Só que ela é controlada remotamente por radiofrequência. Então, um software comanda o sincronismo de acende e apaga das 50 mil pulseiras que estão pulsando no estádio pulsante. E aí, a pulsação das luzes vem sincronizada com a pulsação da música. É luz e som em perfeitíssima sincronia. Na sua mão. É você participando ativamente da festa. Você sendo o show!


Imagina só a sensação de ser o baterista, de meter o pé e fazer 50 mil vaga-lumes piscarem! Do caralho!


A sensação para quem está na arquibancada é alucinante.


Na versão 1, lá de 2012, cada pulseira emitia uma única cor. Pra fazer um negócio multicolorido, eles misturavam as cores entre pessoas diferentes. A V2 é muito mais louca porque cada pulseira é multicolorida e isso elevou o nível do surrealismo.


A brincadeira não é barata. Os caras torram 1,3 milhão de reais por show para brincar de vaga-lumes.


O guitarrista Jonny Buckland até brincou com a situação: “É incrível de se olhar, parece mágica. Mesmo que você não goste da música, eu recomendo ir a um show só para vê-las. Use protetores de ouvido, leve um livro, e quando as luzes se acenderem dê uma olhada”.


Óbvio que, como eu venho repetindo desde o início, o efeito perfeito só é obtido ao se combinar luz e som.

















Então bora lá ver isso na prática em áudio e vídeo e julgar o meu poder de descrição.


A música que eles escolheram para divulgar o projeto foi Charlie Brown. Longe de ser a minha (e da galera) música favorita deles, mas a música fala de “luzes” e “vamos brilhar”.


Eu vou abrir com um vídeo amador, porque eu tenho feito vários desses vídeos e me identifiquei muito. A cada tremida da câmera, dá pra sentir a emoção de quem gravou o vídeo. Por um instante, é como se você estivesse lá.


E se fosse no blog Bora Ouvir Uma, a gente iria assim:


Compartilhe o blog. Compartilhe músicas boas com a gente.


Sobe o SOM!


Acende a Luz!






E eu termino com o documentário “oficial”, eles contando como se inspiraram em Glastonbury pra fazer essas pulseiras diabólicas. Em tempo, carece de cinquenta centavos de Inglês:






Valeeeeeeu!



Ei, psiu, se liga…
Dá para ficar sabendo das novidades do blog pelas redes sociais. Sigam-me os bons!


        

Conheça a minha obra completa em:

quarta-feira, 2 de maio de 2018

Patrocínio com suor na camisa do Corinthians





(Aviso: esse blog e esse post não são patrocinados.)


Arre égua, macho, Corinthians de novo!?


Ha ha


É porque é o time que eu acompanho e é lá onde estão as notícias.


Supere o recalque e curta o post ou então leia-o como se fosse sobre outro time. :P


Desde que o Corinthians saiu da Caixa (a Caixa saiu na verdade), a camisa branca ficou mais branca do que nunca. Prejuízo estimado em 30 milhões de reais anuais. :/







Mas foi esse espaço branco quem abriu espaço para uma ação de marketing pontual, genial, fodástica e tecnológica.


Se você quer lançar um produto novo, considere anunciar em um esporte de massa, em um time de massa, em pleno horário nobre desse esporte na TV. É o jogo “da Globo” com a abertura do novo Campeonato Brasileiro trazendo a estreia do atual campeão e em seu estádio.


O objetivo era divulgar um novo (?) sabão em pó, voltado ao público que pratica esportes.


O Corinthians começou mais um jogo com a camisa branca em branco (sem patrocínio aparente). À medida que os jogadores iam suando, a água do suor entrava em contato com a tinta do patrocínio e a estampa começava a aparecer cada vez mais nítida na camisa!








Ainda mais se pensarmos que o suor tem tudo a ver com o esporte e, ainda, com a metáfora de esforço para conquistar algo importante.


A prática esportiva mostrou que havia um produto importante disponível para auxiliar na prática esportiva. Demais!


A ação chamou muita atenção antes, durante e depois do jogo, gerando muita mídia gratuita, inclusive esse post “inexpressivo”.


Óbvio que a ação rendeu brincadeiras sobre: ah!, agora vamos ver quais jogadores realmente estão correndo! Haha


Óbvio também que os jogadores foram proibidos de utilizar roupas (camisas) “de baixo”.


E, pra não arriscar, voltemos com camisas pintadas à moda tradicional para o segundo tempo!








Até a próxima!


Ei, psiu, se liga…
Dá para ficar sabendo das novidades do blog pelas redes sociais. Sigam-me os bons!


        

Conheça a minha obra completa em: