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domingo, 14 de julho de 2019

Celebrando 200 mil visualizações nos blogs





E aí, galera, beleza!?


Bem no meu aniversário, os nossos blogs superaram a marca de 200 mil visualizações e isso não pode passar em branco, né?


Agradeço a todos que vieram comigo nesses projetos. Vocês são demais!







Em janeiro de 2015, eu comecei o blog Fazendo um Projeto dar Certo para divulgar o livro homônimo. O blog é sobre gerenciamento de projetos e desenvolvimento de sistemas. Mas também falamos sobre os outros livros que apareceram depois e sobre viagens, cotidiano, produtividade, gestão de pessoas, marketing… Afinal, já foram 191 posts e haja assunto, hein!?


O top 10 de todos os tempos tá assim segundo o pai Google:


[Top 10 de todos os tempos do blog Fazendo um Projeto dar Certo]


Em novembro também de 2015, chegava a hora do blog de música, o Bora Ouvir Uma?.


Mesclando todos os estilos musicais possíveis. Mesclando artistas consagrados e desconhecidos. Já estamos com 135 posts, mesclando por vários estilos: discografia, álbum, música simples ou playlists inusitadas.


A criatividade vai no céu haha


Chegamos a ser 2500 pessoas na fã page do Facebook.


O top 10 de todos os tempos tá assim segundo o pai Google:


[Top 10 de todos os tempos do blog Bora Ouvir Uma]


Nesses 325 posts, eu me conectei com gente do mundo inteiro muito com a ajuda da divulgação paga pelo Facebook, inclusive me conectei com alguns dos artistas citados nos posts. Foi demais! Uma experiência muito rica para a minha vida.


Pois bem, esse ano a minha segunda filha está consumindo toda a nossa energia e os blogs foram escanteados. Ainda conseguimos requentar 71 superposts no projeto 1 Post por Dia, mas a produção de conteúdo original ficou devendo.


Mas os blogs estão aí, estão no ar e estão sendo lidos diariamente.


Assim que der, voltaremos a papocar material inédito.


É isso aí. Um grande abraço e nos vemos por aí como sempre.


Ah!, e sempre que você achar relevante, compartilhe os blogs com algum amigo que também se interessaria pelo conteúdo.


Valeeeeeu!


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domingo, 17 de março de 2019

Ceará, 1, Corinthians, 3, Arena Castelão, 13/03/2019, Copa do Brasil







Depois do Ferroviário vender o jogo para o Paraná, quiseram os deuses do futebol que Corinthians e Ceará se encontrassem pela terceira fase da Copa do Brasil de 2019.


Quiseram os deuses da chuva que a região metropolitana de Fortaleza tivesse uma semana insana de chuvas ininterruptas.


O meu colega conseguiu comprar os ingressos…


(Também de 100 contos se não conseguisse)


e lá vamos nós:


Vamos no teu carro ou no meu?
Vamos no teu mesmo como das outras vezes.


O dia de ver o Corinthians no estádio sempre é um dia supertenso porque eu acho que não vou entrar no estádio a tempo.


Falando em tempo, o dia inteiro de muita chuva e o trânsito da capital ficou ainda pior. A nossa viagem de 30 minutos ao estádio já ia em 60. Estávamos na porta do estádio, mas era preciso chegar até a casa do meu amigo onde deixaríamos o carro.






Com a rotatória travada, tive que improvisar por caminhos sinistros e algumas ruas-rios, enfim, desligamos o carro em segurança no destino.


Não havia tempo para muita enrolação e tome tênis na lama com direito a correnteza arrastando a havaiana do meu colega.


Ele teve um cuidado absurdo com os ingressos para que não rasgassem com tanta água e 20 minutos antes do horário oficial estávamos confortavelmente sentados à espera da festa.


Fim da fase 1 da aventura.


A chuva parara e foi quando percebemos que a organização teve a brilhante ideia de atrasar o jogo em 20 minutos para ver se o gramado conseguia se recuperar.


Em 28 anos de corinthianismo, foi simplesmente o melhor jogo do Corinthians que eu já assisti presencialmente. Sem sustos, o Corinthians venceu por 3 a 1, com direito a 3 golaços e muita festa na arquibancada, inclusive deu pra cantar o “CD” inteiro.











Acabou o jogo. Acabou a fase 2 da aventura. Hora de voltar para casa.


Mas antes a polícia nos prendeu no estádio ainda por 40 minutos.


Era pela segurança. Já estava previamente combinado. Mesmo assim, pareceu exagerado, afinal, já era quinta-feira.


Enfim, aquela zoação com o meu amigo que era “Ceará”, chave na ignição e… e… e… e? E, nada, macho! Só aquele velho barulho de “cachorro com tosse”. #pqp


Era 1 da manhã, a gente estava nos arredores do estádio Castelão, de uma das cidades mais violentas do mundo e, na melhor das hipóteses, o meu carro estava “só” com problemas na bateria.


O que deu pra fazer foi empurrar o carro até a garagem da casa da mãe do meu amigo. Isso mesmo: 1 da manhã, debaixo d’água, sem direção hidráulica e sem freio!


Pedimos um Uber com o triplo do preço e quando eu vi as barraquinhas de “cai-duro” (sanduíches) sendo desmontadas, o desespero triplicou também.


Enfim, no Uber, chegar em casa pra encerrar a fase 3 da aventura e esperar amanhecer para ver como seria a inédita fase 4.


Foi quando o uber me deu um contato de um “Angel Baterias” que atendia 24 horas.


Liguei pra ver qual era e uma vez que as marcas e os preços pareceram compatíveis, resolvi contratar o serviço.


Mas com o carro trancado na casa da mãe do meu amigo, o máximo que deu pra fazer foi agendar o conserto pra 5:30h.


Depois de exercer todos os meus dotes comunicativos com o meu amigo e com o mecânico, enfim, eu estava em casa são e salvo.


A adrenalina e o problema não resolvido praticamente não me deixaram dormir e às 5:30h o meu amigo me avisou pelo WhatsApp que já estava tudo resolvido.


Algumas horas depois, eu já estacionava o carro lá no trabalho e vida que segue.


Seeeeegue o jogo!


Vai, Corinthians!


POST SCRIPTUM


O uber e vários amigos, ao “ler esse post”, sempre comentavam com: “mas pelo menos o Corinthians venceu”.


Só que eu assisto a mais de 70 jogos do Corinthians por ano na TV. Eu tenho milhares de oportunidades pra ficar puto, triste, zangado, chateado, frustrado, revoltado etc.


Ver o Corinthians ao vivo e cantar junto com 10 mil loucos é uma experiência tão surreal, tão rara, que o resultado futebolístico se torna irrelevante nesses dias.




POST SCRIPTUM 2


A princípio, tomando um megabanho de chuva no estádio, o dia estava me lembrando um superpost do Bora Ouvir Uma:




Depois da fase 4, acabei relembrando um superpost aqui mesmo desse blog:




e quase que esse post aqui saía com o título:


> O dia em que a bateria do meu carro pifou 2, uma história ainda mais louca




POST SCRIPTUM DO 3 A 1


Os personagens do post: um é colega de faculdade, outro é colega de trabalho. Os dois são superamigos desde e pra sempre. Só os diferenciei colega/amigo por técnicas de escrita.


Um grandíssimo abraço e “não tente fazer isso em casa”.


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quarta-feira, 8 de agosto de 2018

Como reagiram à bursite trocantérica?







Com mais de 2 meses de atraso, vamos comemorar o primeiro aniversário do post mais queridinho dentre os mais de 300 que eu já publiquei. Mesmo que as pessoas hesitem muito em comentar os posts, esse é o meu post com mais comentários da audiência. E, com mais de mil visualizações, é o segundo post mais lido do blog Fazendo um Projeto dar Certo e toda semana aparece entre os campeões de audiência:








Quanto vale escrever uma história que toca as pessoas? Com a qual elas se conectam?


Uma narrativa dramática contando o meu próprio drama e expondo algumas feridas da medicina. Na parte lúdica, a elogiada “técnica de escritor” de linkar a história no seriado Game Of Thrones para manter o público conectado no texto.


O meu Facebook bombou, assim como o das fisioterapeutas. Recebi muitas mensagens de carinho e agradecimento pela história. No blog, não foi diferente.


E foi assim que eu decidi fazer esse post comemorativo: simplesmente vou republicar os comentários deixados lá no blog. Optei por não publicar aqui os nomes dos comentaristas bem como as respostas que eu deixei.



 COMENTÁRIO 01


Eu claramente deveria ter lido esse post antes de ter cursado ortopedia na facu. Rs. Muito bom o texto!




COMENTÁRIO 02


Olá, adorei seu texto! Moral da história, seu problema era bursite trocantérica? E foi resolvido por osteopatia e fisioterapia? Não aguento mais as dores, e o pior repouso e a distância da academia. Obrigada, A.




COMENTÁRIO 03


Cara, show de bola!!
Tenho bursite no quadril e fico correndo de um lado ao outro como vc fez, é realmente um saco vc esperar algo de alguns profissionais, espero me recuperar como vc , parabens!




COMENTÁRIO 04


Paulo... gostei muito do seu depoimento... já pesquisei muito sobre bursite trocantérica pois estou sofrendo com dores insuportáveis. Pode me descrever como eram suas dores??? As minhas dores estão variando ... tudo começou com uma dor no cóccix. Trabalho com TI e passo muito tempo sentado... 1 hora sentado e já começava a queimar, porém é uma dor suportável, o problema é o outro dia (sabe aquelas dores musculares quadril quando vc joga futebol mas estava há muito tempo parado?) Ruim demais. Agora está queimando as coxas... como se fossem dores musculares.... as vezes doi como dor de nervo ciático.


Vc pode me enviar um Whatsapp? Preciso da sua ajuda e experiência... 11 99120.XXXX


Abraço




COMENTÁRIO 05


Paulo!
Em resumo… emocionada!
Fui diagnosticada há um mês e qualquer posição dói! Já estou no segundo ciclo de 10 sessões de fisioterapia, mas é aquilo que vc comentou: plano de saúde paga pouco, profissional insatisfeito, cansado de tanto atender, má vontade ou despreparo dos médicos… enfim. Mas estou perseverante e determinada como você. Afinal, é minha saúde em jogo e tenho um guri de 10 anos para criar.
Sucesso pra ti!




COMENTÁRIO 06


Tenho 24 anos, e depois de orientações não muito boas, a minha bursite se tornou crônica e estou assustada com isso, sempre fui uma pessoa ativa. Comecei agora a quiropraxia após uma consulta com uma osteopata. 1 semana se passou e sem resultados… O seu post me deu esperanças… Obrigada pelo depoimento.




COMENTÁRIO 07


Oi Paulo! Também estou sofrendo com as dores da bursite trocantérica. Será que você poderia me arranjar o telefone dessa milagrosa fisioterapeuta manual, por favor?




COMENTÁRIO 08


Meu Deus, foi um anjo que me fez ir para o Google e procurar por ajuda. fiz de tudo, me encontrei na tua história, pois também já recorri a tudo. Só não fiz a cirurgia. Fiz abdominoplastia e lipoaspiração no abdômen. Passados 4 meses, mudei hábitos alimentares e emagreci 8 quilos desde a operação. Chegando a um peso praticamente bom para minha a minha altura e idade. A dor no quadril não passa nunca. E pra ajudar estou com o lado direito inchado. Olhando meu quadril no espelho percebi a diferença de tamanho. E a FDP da BURSITE TROCANTÉRICA!!!
OBRIGADA PELA TUA ALMA SOLIDÁRIA EM POSTAR ESSA EXPERIÊNCIA DOLOROSA.
Que DEUS te proteja e ilumine!!
Vou seguir tuas dicas preciosas.
Um grande abraço!!!




Mais uma chance para você ler esse superpost haha:






POST SCRIPTUM


Graças a Deus, sigo com muita saúde física!


Precisei dar uma folga nos rachas após o nascimento da minha segunda filha, mas, ainda assim, já fiz 108 gols esse ano, superando em 8 a meta que eu havia me dado!














Muita saúde a todos e até a próxima!


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quarta-feira, 25 de julho de 2018

Projeto de tirar os pivetes da caverna





Atendendo a pedidos, vou dar os meus pitacos sobre o resgate dos Javalis Selvagens (time de futebol de adolescentes da Tailândia) da caverna Tham Luang, na província tailandesa de Chiang Rai, região rural do país. A caverna fica bem abaixo da cadeia montanhosa que separa a Tailândia de Mianmar. Provavelmente, a história mais louca que você vai ouvir em 2018.


Como o blog é sobre gerenciamento de projetos, é por aí que eu vou tentar abordar o assunto.


Depois de ter filhos, você lê esse tipo de notícias de outra forma. Você se vê bem mais envolvido porque é impossível não pensar que poderiam ser as suas pequenas ali naquela agonia. E é óbvio que foi isso que gerou um tsunami mundial de empatia pelo resgate dos pivetes.


A pergunta que eu e muita gente fez foi: por que diabos entrar nessa caverna?


À primeira vista, é um pouco difícil de entender essa decisão. Então, é preciso entrar na caverna, digo, entrar no assunto. A região onde eles moram tem cavernas. Então, faz parte da cultura deles explorá-las. É um lazer. Uma aventura radical. Em alguns casos, funciona até como um “rito de passagem” juvenil. E era a comemoração do aniversário de um dos Javalis.


Só que essa caverna em específico só pode ser visitada de novembro a abril, período seco! Foi aí que os Javalis vacilaram. E eles se viram em apuros quando a caverna foi inundando e a única “saída” foi adentrar cada vez mais.Se correr o bicho pega, se ficar o bicho come”.


Nessa brincadeira, os meninos (e o seu treinador) foram encontrados a 4 quilômetros da entrada da caverna, em um percurso com vários trechos submersos e muito apertados e outros trechos que demandavam até escaladas. Os mergulhadores profissionais estavam demorando 6 horas para ir e 5 horas para voltar. E foi numa dessas viagens que um desses mergulhadores (militar e triatleta) veio a falecer.






Pois bem, alguém sentiu falta dos meninos, alguém lembrou que eles tinham falado nesse passeio na caverna, alguém viu umas bicicletas na entrada da caverna e é aqui que começa o post: Projeto de tirar os pivetes da caverna!


Como foi formada a equipe do projeto? Basicamente por militares tailandeses e voluntários da comunidade, do país e de outros cantos do mundo, cada um com habilidades específicas para contribuir com o resgate.


Quem era o gerente do projeto? Difícil falar sobre isso, mas a escolha natural recaiu sobre um militar.


A equipe chegou a contar com 10 mil pessoas! E como gerenciar isso, meu Deus!? Sem contar que era uma gestão bastante emotiva por se tratar de um resgate desafiador de crianças.


Como planejar esse projeto? Quando se fala em um resgate, não há muito tempo para planejar. Fazer de qualquer jeito também é muito arriscado, pois pode vir a custar muitas vidas de resgatados e resgatadores. O planejamento principal era estudar as opções viáveis e os tempos para executá-las.


Esperar a caverna secar parecia a opção mais sã. Isso falando como uma pessoa que mora a 17 mil quilômetros da caverna. Os locais logo avisaram que a caverna seria totalmente inundada e essa opção não deveria ser cogitada.


De todo modo, bombas d’água trabalhavam a todo vapor e isso ajudou a manter os níveis de água dentro da caverna.


Ainda tentaram perfurar a caverna, como no resgate dos mineiros do Chile, mas as rochas duras, a profundidade e o paradeiro desconhecido dos Javalis não deu sucesso a essa opção. Também tentaram usar drones com sensores térmicos.


Enquanto isso, uma equipe com cem mergulhadores se aventurava na caverna escura em busca dos meninos. Eles se basearam nas pistas do local favorito que eles frequentavam e nas possíveis rotas de fuga.


Depois de 9 dias, os Javalis foram encontrados, literalmente pelo cheiro!


Eles estavam todos vivos e com uma saúde mental inimaginável. Pediram até aos professores para pegarem leve na lição de casa, é mole? O treinador os ensinou a meditar e isso foi fundamental para que eles conseguissem poupar energia bem como a sua sanidade mental.


Também contaram com a sorte de achar um abrigo que tinha uma quantidade satisfatória de oxigênio, água potável caindo do teto, da caverna ainda não estar 100% inundada e da persistência e coragem de uma equipe incrível de mergulhadores.


E aqui um parêntese para um dos lances que eu achei mais geniais dessa história toda. Ao ver o mergulhador, instintivamente, um dos garotos perguntou: “nós vamos sair daqui?”. A resposta que qualquer um de nós daria seria “sim”. A resposta correta seria “não”. Mas ele foi extremamente frio e genial ao responder: “hoje não”.







Ok. Por mais impossível que parecesse, os meninos foram encontrados e vivos. Final feliz!


Só que não haha


Agora era preciso tirá-los de lá e devolvê-los aos seus pais. Os desafios só aumentavam!


Como tirar da caverna garotos fracos e famintos que nem sabiam nadar por uma caverna que matou um mergulhador profissional?


Enquanto isso, foi instalado um cabo (“estrada”) para o local. E os meninos ganharam companhia, auxílio médico, alimentação, treinamento básico em mergulho, oxigênio, luz, agasalhos, telefone e outras coisas possíveis.


Não bastasse tudo isso, ainda tinha um monte de gente querendo lucrar às custas da tragédia alheia. Sabe, o bicho-homem, o bicho no lixo da minha poesia Miragens? Gente querendo se promover como o cara que convidou os meninos para a Final da Copa do Mundo ou o outro que queria resgatá-los com um minisubmarino. Nessa mesma linha, já tem uns doidinhos querendo produzir o filme do resgate.


Enfim, chega uma hora de decisão em que o patrocinador do projeto precisa dar o play, apertar o botão.


E me parece que a decisão não foi difícil quando alguém falou no ouvido dele: “bicho, tá chovendo muito e em dois dias essa merda toda vai inundar”. Partiu!


É tão verdade que foi uma surpresa para todos quando soubemos que alguns meninos já estavam fora da caverna.


Então, do ponto de vista da teoria de Gerenciamento de Projetos, a inundação completa da caverna não era um risco, uma vez que já se tinha certeza de que isso aconteceria.


Um lance de muita polêmica diz respeito à sedação dos garotos. Afinal, eles foram ou não sedados? Eu acho que foram e acho que essa foi a parte mais genial de todo o projeto! Quem teve essa ideia tá de parabéns! Eu acho que isso foi o pulo do gato. Foi determinante para que todos saíssem vivos.


Afinal, o tanque de oxigênio dura uma hora para um mergulhador experiente, mas dura apenas cinco minutos para uma pessoa afobada.






Os Javalis Selvagens viraram celebridades mundiais e, como bons adolescentes que são, sabem que fizeram “merda”. Pediram desculpas por várias e várias vezes. Inclusive foi a primeira mensagem que o treinador conseguiu enviar.


A equipe do hospital não deixou a bola cair e também fez um planejamento impecável para a recuperação e o restabelecimento planejados dos “morcegos”: nada de contatos físicos com pessoas, nem mesmo com os parentes próximos; tapa-olhos nos primeiros dias; restabelecimento gradual e planejado da alimentação.


Sensacional! Isso é Fazendo um Projeto dar Certo!






Obviamente, não encontrei nada sobre os custos do projeto desse resgate. Quanto custou essa brincadeira? Difícil saber ainda mais com tanto trabalho voluntário envolvido… Mas, como falei antes, os meninos têm plena consciência que fizeram “merda”.


Acho que é pra isso que um país investe em suas tropas. Do orçamento militar deve ter vindo a grana com a qual tanto oxigênio e outras coisas mais foram compradas.


E pro filme arrecadar ainda mais bilheteria, a bomba d’água falhou quando uma centena de heróis ainda estava tentando sair da caverna. Alguém gritou: “madeeeeeeeira” e foi aquele desespero na saída final!


Naturalmente, a região vira atração turística mundial e os nativos vão lucrar muito ainda com isso.


E, se você não gostou da minha narrativa, segue a narrativa bem mais rica (em todos os sentidos haha) da BBC:




Na vida é assim também. Às vezes, a gente se enfia em cavernas terríveis e, quando se dá conta, não consegue mais sair de lá sozinho. #PQP






Um grande abraço, até a próxima e, como é o tema do post, espero te encontrar um dia por aí, mas, obviamente, fora de uma caverna.


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